Acordamos das trevas

À luz e ao vento

Da enseada que se espraia.

Luminescentes vozes

Emanam versos

No espaço de sonhos infinitos.

Ouvimos a música etérea ecoando em nossos corpos

Como vaga-lumes que nos margeiam ofuscados.

No templo de um novo tempo

Resistimos às sórdidas tempestades,

Como brandas cicatrizes.