Ergo tua imagem ao vento,
Santifico a tez profunda,
Existência no orvalho da luz morna,
O hálito suave, sensualidade quente no sonho úmido,
Efervesceu até a completa e sonolenta calmaria
Patamar de nuvens
Ergo nosso sonho e digo que a luz dourada não se perde do cântico
E da ânfora.
Somos assim,
Soturnos,
Luminosos,
Como felinos manhosos divagando até o findar noite.