Não sei quem espera
No fogo
A nova era
Não sei quem encerra
Na terra
Quimera
Não sei quem espera na praça ônibus que não passa
Não sei quem se entrega de graça
À bondade da máfia
Só sei quem espera
Em meu corpo
Um sorriso
Não sei quem trafega na calma da guerra
Não sei quem espera a paz na terra
Buscando rimas delicadas
Enxergo tua melodia nas sílabas sagradas
Quando teus braços me cingem
Sonoros
Desafio a esfinge
Com a chave da cela.